6 Meses de SinalVermelhoCuritiba.com
- 10 de fevereiro, 2011
Amigos e seguidores do SinalVermelhoCuritiba.com: estamos completando 6 meses de vida neste dia 10 de Fevereiro de 2011. São 180 dias divulgando barbeiragens e toupeiragens dos curitibanos, além posts e vídeos especiais.
Conforme fazemos tradicionalmente, seguem alguns dados destes 6 meses de atividade:
É isso pessoal, queremos agradecer a todos os amigos e colaboradores, mas também àqueles que nos odeiam imensamente, pois são os que deixam os comentários mais divertidos!
Resolvi separar um comentário de apoio muito inteligente que recebi justamente no vídeo que fala sobre a BR-116, o mais odiado! Este comentário, do amigo Gustavo, é um exemplo para todos nós e um excelente presente para nosso aniversário de 6 meses! Vejam quanto discernimento e maturidade:
Todos os que vociferam contra você provavelmente são parte dos milhões que tornaram nosso trânsito um inferno. Eu tenho um carro de apenas 50 cavalos e é impressionante o que ultrapasso de carros mais potentes, seguros e novos que o meu. A síndrome da lesma manca domina as ruas e estradas, o que explica também a aceitação bovina dos ridículos limites de velocidade e da fiscalização eletrônica de velocidade (só eletrônica e só para esse fim) por grande parte da população.
Afinal, os rodas presas são os que mais desconhecem leis de trânsito e os que mais fazem barbeiragens.
Como meu carro é muito fraco, em certos trechos de aclive, mesmo eu estando sozinho, a joça não desenvolve, então prefiro ficar a 40 km/h atrás de um caminhão e esperar um momento adequado do que trancar a esquerda em velocidade muito abaixo do já baixo limite de velocidade de nossa rodovias. Por isso meu próximo carro será, pelo menos, 1,4 litro.
Falta ao motorista brasileiro educação, respeito, conhecimento e reconhecimento dos seus limites e de seu carro.
Parabéns pelo site e continue com o ótimo trabalho. Seus comentários nos vídeos são hilários.
Outro comentário que achei extremamente inteligente, e até poético, foi do nosso amigo Daniel Azevedo no post do Batel Soho. Está aí um curitibano inteligente, este sim motivo de orgulho para a cidade:
É, americanização, e é triste e vergonhoso, só queimam nosso filme, é nossa identidade jogada no lixo, Batel Soho? como já disseram: Capanema agora é “jd botânico” Bigorrilho é Champagnat, Mossunguê é Ecoville.
Amo Curitiba pela seus traços culturais verdadeiros, não podemos esquecer ou ignorar as nossa raizes, mas conhecê-las e compreendê-las.
Cuidemos da nossa memória, pois sem elas perdemos a identidade, sem identidade não há futuro para nossos filhos.
Só se ama aquilo que se conhece.
Parabéns pelas criticas.
Pessoal, valeu a todos, faremos novo balanço ao completar 1 ano de atividade!
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Olá amigo ate que enfim uma pessoa de coragem pra criar um blog para falar a verdade deste povo ruim dos curitibanos, pois como as duas primeiras iniciais do nome curitibano já diz tudo (CUritibano), sou curitibano em sem dúvida concordo em número, gênero e grau nas suas observações. Povo lerdo, ruim de volante, maus motoristas, mau educados, acham que seus carros são extensão de suas casas transformando o carro num parque de diversão particular onde gostam de brincar. Mas pior que ser péssimos motoristas são os usuários de ônibus, que já entram empurrando, xingando à toa, quem pega os expressos e ligeirinhos sabem bem disso, povo fica parado na porta sem sair do lugar e do meio pro fundo vazio e os tubos entupidos de gente querendo entrar ou sair. Foda isso, mas voltando ao trânsito, eu parei de dirigir porque tava a ponto de morrer ou matar alguém, então melhor pegar busão mesmo. Curitibano não gosta de usar o pisca, aliás os carros deveriam (vale só pra Curitiba) vir de fábrica sem piscas, aqui é unúil esse ítem para muitos. Demoram pra arrancar o carro no sinal, (eu costumava usar um termo que o povo ficava se masturbando pela demora). Fechadas é muito comum, não dar preferência para alguém que precise nas saídas. Estacionarem nas vagas deixando quase um metro antes da faixa com medo de alguém raspar o parachoque, reduzindo espaços onde poderiam caber mais uns 2 carros, se todos fizerem a mesma coisa fica uma merda. E dizem que Curitiba é cidade modelo, e é mesmo modelo e de mau exemplo que não se compara com o resto do Brasil ou quem sabe do mundo. Parabéns PAULISTA pelo seu blog e sucesso, mas cuide pra não virar um de nós…
Olá Eduardo, tudo bem? Muito obrigado, é realmente gratificante receber apoio de curitibanos que, assim como você, não toleram o marasmo do povo com relação a estes comportamentos anti-sociais. O que você fala do ônibus é a pura verdade, pois percebo isso até mesmo quando viajo de avião. Ao deixar o carro no estacionamento e pegar o ônibus até o terminal, você acha que o curitibano entra até o fundo? Nada, pega o primeiro lugar disponível e os outros que passem até atrás. Parece que não admite dar a vez para ninguém, e isto das vagas então… totalmente irritante! Enfim… o único ponto que talvez você não tenha “captado” é o seguinte: não é por fazer este blog que eu não seja curitibano. Não confirmo nem desminto, pois aí está um ponto central da polêmica. Porém só porque estou metendo o pau, não quer dizer que eu seja de fora, apenas pense nisso! Valeu, um grande abraço, acompanhe os próximos!
O comentário do Gustavo que você citou no artigo é muito pertinente.
Em casa o meu carro é 2.0 e o da esposa é 1.0. A diferença de potência não justifica em nada o comportamento. Um carro 1.0 hoje tem mais de 70cv de potência, é pouco perto de um 2.0, mas eu garanto que 1.0 chega a 60 km/h dentro da cidade, mas parece que alguns motoristas não perceberam isso. Recentemente de última hora o meu carro (2.0) apresentou problemas mecânicos em cima da hora pra viajar. Sem problemas, viajamos de 1.0 mesmo. E novamente repito, nada justifica o comportamento dos Curitibanos, mesmo de 1.0 foi difícil manter uma média de 90 km/h na viagem para as praias. E porque? O carro seria fraco? Não!!! Um monte de “motoristas” simplesmente não saem da faixa da esquerda. Pombas, qualquer 1.0 passa de 110 km/h que é o limite na maioria das rodovias. O motor não justifica comportamento. Existem motores mais fracos? Sim, mas eles dão conta do recado, o problema são os motoristas.
Ricardo, eu já tive carro 1.0, e nem tinha a tecnologia atual. Pegava facilmente 140 Km/h. Ou seja, e eu conseguia muito bem tocar em uma velocidade de 110 Km/h sem encher o saco de ninguém, e tirar para a faixa da direta quando necessário Motor fraco não é justificativa para ferrar com a vida dos outros. Sem dúvida, o problema são os motoristas. Excelente depoimento o seu!