Luiz Carlos Prates Descasca a “Pobraiada”

  • 21 de novembro, 2010
  • Categoria: Notas

Luiz Carlos Prates é um apresentador da Globo de Santa Catarina. Neste vídeo, que muitos classificaram de “infeliz”, ele desce a lenha na “pobraiada”. Antes que alguém se ofenda, acho importante deixar claro que nosso blog não é preconceituoso e que o fato da pessoa ser de origem humilde ou ter baixa renda não é motivo para desclassificá-la, ao contrário.

Porém, eu não deixo de concordar com o apresentador, afinal de contas, este tal do “amor”, “paixão” do brasileiro por carros, tão incentivado(a) pela mídia (leia-se: interesse econômico), contribuiu para que o sonho de ter um “possante popular” na garagem se tornasse insuportável. E passear de carro é o passatempo de muitos brasileiros. Se o cara não tem muito o que fazer, é claro que qualquer acidente ou situação diferente é motivo para parar o carro, comprometendo a segurança de quem trafega. Isso sem contar que, assim como no primeiro mundo, para a pessoa ter um carro deveria ser obrigatório possuir vaga para guardá-lo, ter recursos para pagar seguro e ter o mínimo de esclarecimento e educação no trânsito. E o povão acha que carro é tudo zona: colocar sonzeira, encher de gente e sair por aí sem condições mínimas de segurança.

A polêmica no YouTube está correndo solta! Quero agradecer ao amigo Ricardo pela sugestão do vídeo.

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34 comentários para “Luiz Carlos Prates Descasca a “Pobraiada””

  1. 2012 disse:

    Nem assisti o vídeo, apenas como vc vi o cara de gravatinha. Nada confiável. Um atrasado do caralho. Estamos no Século 21. Veja se tem um mais atualizado para podermos comentar melhor.

  2. Thiago disse:

    No Brasil o carro sempre vem antes dos bois. Economia e consumo mais fortes é bom, mas o Estado não cumpre com a sua obrigação e o resultado de infra-estrutura precária mais população mal preparada dá nisso: uma tragédia só.

  3. Richard disse:

    Olá.

    Vai aí um link com algumas informações úteis.

    http://www.sinaldetransito.com.br/artigos/miseria.pdf

    Abs.

    • Sinal Vermelho Curitiba disse:

      Olá Richard, muito interessante mesmo, obrigado pela contribuição! Separo a seguir um trecho que me impressionou: “As capitais brasileiras que apresentam elevados índices de miséria são, justamente, onde são encontradas as mais altas taxas de fatalidade no trânsito.”

  4. Thiago disse:

    Acho que todo mundo tem o direito de criticar quem quer seja, ter sua opinião e expô-la. Sou fã do blog, vivencio essa porcaria de trânsito de Curitiba, cheio de cretinos mal-educados.

    Porém, pelo contrário do que disseram, defendo o direito de cada um comprar o que bem que quiser, desde de que consiga arcar com as consequências de seus atos. Não vejo problema, nem diferença, entre alguém se endividar para comprar um porsche, ou um chevette. A lógica é a mesma, alguém que junta todas as economias para comprar um carro, provavelmente em algum momento vai negligenciar a manutenção do veículo, trazendo riscos a própria vida e também colocando em risco a vida de outras pessoas.

    MAS, o grande PROBLEMA no Brasil, não é o de um miserável comprar um carro, e sim que CRIMES no Brasil não são punidos. Eu não vejo problema algum em alguém andar com pneu careca, freio ruim, parachoques caindo….DESDE QUE este indivíduo seja punido com rigor caso seja responsável por um acidente. É o medo de uma punição rigorosa que faz as pessoas terem cuidado com seus veículos, não beberem antes de dirigir, prezar pela manutenção em dia de seus veículos, etc. Aqui no Brasil, você pode atropelar alguém, dirigindo bêbado, um carro caindo aos pedaços, e ainda assim você irá continuar vivendo normalmente, no máximo respondendo um processindo por alguns anos…

    Temos que defender a liberdade, mas junto com esta, é obrigatório que cada um seja responsável por seus atos. Não é o fato de um miserável comprar um carro que torna o mundo mais perigoso, e sim a completa impunidade de criminosos do trânsito.

    • Sinal Vermelho Curitiba disse:

      Thiago, brilhante discurso, obrigado pela participação, mas vou além… talvez mais importante que a punição, seja a PREVENÇÃO, ou seja, FISCALIZAÇÃO. Acho que punir depois que deu a besteira, aí já é tarde e há danos irreversíveis. Fiscalizações para tirar da rua carros sem condições, aí sim. Mas enquanto a polícia multa quem fura sinal e corre (dá dinheiro), tá cheio de carros em péssimas condições transitando por aí, prestes a causar acidentes, mas dá um “puta” trabalho fiscalizar e recolher… e vai guardar onde?

      • Thiago disse:

        Entendo o seu ponto de vista, é até acredito que a simples fiscalização mais forte, evitaria até a morte de inocentes. Mas não sou muito favorável a uma fiscalização forte. Sabe por que? Vejo que quando deixamos na mão da prefeitura, Detrans, e afins, definirem os critérios do que deve ser fiscalizado e do que realmente traz risco as pessoas, vemos uma série de anomalias. Por exemplo, se você fala ao celular e dirige, toma multa, se rebaixa seu carro, toma multa, se turbina seu carro, MULTA, se dirige com o braço fora da janela, MULTA, MULTA, MULTA, MULTA
        Esses orgãos estatais, definiram como um motorista perfeito deve se comportar e julgam todos por esse critério. Ninguém avalia o que é mais perigoso, alguém dirigir morrendo de sono, ou você dirigindo devagar falando ao celular, alguém se empanturrar de feijoada e dirigir, ou você andar com o braço pra fora da janela, um chevette com o escape arrastando no chão e com pneu careca, ou uma menina de 18 anos guiando se punto 0km, etc
        é muito difícil, e até controverso, definir leis padronizadas, que julgam todos os casos sob apenas uma ótica “politicamente correta”. Mesmo com todos os perigos que rondam o trânsito, com tantas pessoas juntas guiando blocos de ferro e aço em altas velocidades, o número de acidentes é muito baixo em relação a frota. O que demonstra que o senso comum sobre o que é certo e errado no trânsito, funciona muito bem. É para alguns mais desavisados que as punições funcionariam. Por isso eu ainda sou mais favorável a punições pesadas. Seu carro é PODRE? não tem problema…mas se você vitimizar alguém, VAI SE FODER, se incomodar pro resto da vida. Tem vários países ditos de “1. mundo”, em que o trânsito permite vários excessos inimagináveis por parte dos motoristas aqui no Brasil, e ainda assim o número de acidentes é ínfimo comparado ao Brasil. Nosso código de trânsito já é bastante pesado, faltam as punições realmente acontecerem. Enquanto a impunidade reinar soberana na terra brasilis, teremos sempre carros podres trafegando, playboys fazendo pega nas avenidas em plena luz do dia, motoristas de caminhões dirigindo cheirados e sob efeitos de remedios, etc, etc, etc

        • Sinal Vermelho Curitiba disse:

          Thiago, enfim, é um ponto de vista muito válido e a situação, como se pode ver, é bastante controversa. Sua visão da situação é muito esclarecida, sem dúvida alguma. Excelente comentário!

  5. Ingo disse:

    Como já disseram aí, acho que ele só usou o termo errado. Talvez, ao invés de miserável, quis dizer ignorante, ou algo parecido. Aí sim seria justo, porque ignorante no trânsito é o que não falta.

  6. Diego disse:

    Eu não ia comentar este post pois o vídeo é polêmico, mas tenho que concordar em partes com o Luiz Carlos Prates.

    Por exemplo, hoje pela manhã em frente ao Carrefour Pinhais o que eu encontro no meio da pista? Um pára-choque de um carro velho.
    E o que isso tem a ver com este post? Tudo, oras! Afinal, quem mais deixaria o pára-choque de seu carro jogado no meio da pista, aliás, vê cair e nem sequer se dá ao trabalho de parar e tirar do meio da rua.
    Será que não viu cair? Claro que viu, imagine o barulho daquele pára-choque de plástico de Gol quadrado caindo, a barulheira que não faz, sem contar que o cidadão não poderia ter deixado de olhar para trás, a menos que seja totalmente incompetente.

    Talvez este perdedor de pára-choques seja morador da invasão da área de manancial em Piraquara. Mal tem um barraco para morar, mas tem um carro para atrapalhar os outros nas ruas, com suas barbeiragens, erros primários, ignorância e seu pára-choque.

    Aí neste sentido, posso concordar com o comentário do Prates. Por mais que tenham os defensores dos suburbios, ainda assim alguém com mais “cultura” com certeza não deixaria pedaços de seu carro pela pista, sabendo que seria um belo prejuizo para comprar outro, sem contar a possível multa.

    Outra coisa que concordo e tenho certeza que todos aqui também é aquela maldita curiosidade de ver a desgraça alheia. Cansei de me estressar com gentinha desse tipo, que praticamente para o carro na pista para ficar olhando o acidente. É um absurdo, pois o trânsito já está complicado por causa da fatalidade, aí piora porque a galera anda a 10km/h só pra ficar de olho no caos. Eu acho que quem olha com tanta curiosidade é porque faz muita merda e fica “chocado” em ver!

    Mas já cheguei a rir disso, quer ver?! Uma vez, meu pai com uma Kombi (calma lá galera hehehe, é dos Correios), teve problemas mecânicos no pedal do freio em uma descida no contorno norte, como ele precisava pegar a direita, mas para não colidir com os carros que faziam esta conversão, ele jogou para o canteiro e acabou capotando. Um curioso que estava fazendo a conversão, se distraiu com o “espetáculo” e não fez a curva, foi parar dentro de uma vala de mais de 4 metros de profundidade. Eu quando vi, por mais que estivesse preocupado com meu pai, achei a maior comédia ver o cara com seu monza dentro da valeta, por causa da maldita curiosidade.

    Enfim, viva a liberdade de imprensa!!

    • Sinal Vermelho Curitiba disse:

      Hahahaha Diego, sem comentários. Falou tudo! Você resume de forma excelente tudo que foi discutido. Não tenho nada a complementar, somente a elogiar e agradecer seu tempo em escrever um comentário tão abrangente. Abraços!

      • Diego disse:

        hahaha obrigado. Escrevendo eu consigo falar muito bem, mas se fosse necessário falar isso em viva voz, precisaria de um tele prompter ehehe.

        Infelizmente nosso trânsito precisa de uma solução urgente. As leis, a formação de condutores e as vias devem ser todas repensadas. A tolerância zero deve ser acatada no trânsito pelas autoridades, as leis devem ser extremamente rígidas. Enfim, falamos tanto, mas falta vontade dos representantes do povo em fazer uma mudança radical. Enquanto isso, nossas cidades vão estourando.
        Aliás, lembrei que no sábado conversei com meu avô e ele disse que em uma cidade catarinense a alguns anos atrás, ele levava menos de 3 minutos da entrada desta até ao hotel. Hoje em dia, levou quase 1 hora, pois obras realizadas pela prefeitura que deveriam melhorar o tráfego, pioraram. E porque? Pois assim é mais vantajoso para a prefeitura, a arrecadação é maior. Não estão ligando para a agilidade, mas sim para o dinheiro que irá entrar em seus bolsos.

        Voltando ao nosso assunto, gostaria de colaborar com vídeos de cenas fortes do trânsito, mas não tenho como filmar. Se tivesse, teriamos materiais intermináveis para exibir aqui no blog.

        Abraços!

        • Sinal Vermelho Curitiba disse:

          Olá Diego, pena que você não tem como filmar mesmo, seria muito bom contar com mais um colaborador. Mas é isso aí, valeu!!! Abraços.

  7. Juliano disse:

    Gosto do site, várias postagens são muito boas.

    Mas o que esse cara falou no vídeo, não dá pra engolir. É rídicula a opinião dele e não posso concordar com nada.

    Tanto pobre como rico faz merda. Aqui em Curitiba teve um deputado que matou dois jovens com um Passat alemão. E parece que filho do ex-diretor da Assembléia Legislativa também matou outras pessoas, também num acidente. Os dois estavam bêbados.

    Por outro lado, conheço gente simples que dirige bem. Aliás, tem gente simples que tem que dirigir por profissão e, provavelmente, dirige melhor do que muitos “membros das classes altas”.

    E esse argumento de que tem a “família desestruturada, sai pra dirigir e faz besteira” é patético. Como se renda ou condição social determinesse o quanto alguém é ou não “desestruturado”.

    E também não consigo ver nexo entre alguém ter problemas em casa e os acidentes. Existe sim, gente mal educada no trânsito, aqueles que se acham donos da rua. E, no meio desses, tem muito rico, playboy, etc.

    Em suma, esse Luiz Carlos Prates é um idiota, preconceituoso e arrogante.

    • Sinal Vermelho Curitiba disse:

      Olá Juliano. Obrigado pela participação. De fato, o assunto é super polêmico mesmo! Sem dúvida alguma. Os casos citados por você, do “Deputado Carli” (agora a famosa esquina tem 3 radares instalados), e do “Bibinho”, são verdadeiros absurdos mas, sem querem defendê-los em hipótese alguma, consistem numa aberração, numa exceção à regra geral. Em suma, são casos extremos, gravíssimos, mas felizmente, isolados. Creio que o Prates se refere a coisas que ocorrem com certa frequência e que atrapalham a todos, lembrando que toda regra comporta exceções e não podemos estender isso a toda uma classe social. Mas não discordo que tem muita gente que não tem a mínima condição de ter um carro e tem, aí você me desculpe, Juliano, o Fantástico mesmo mostrou um quadro de um mecânico com a família completamente endividada, mas o popular na garagem tava lá, com prestação para pagar. A sedução do consumo do carrinho zero deveria ser freada mas o poder econômica fala mais alto. Só deveria ter carro quem tem condição de pagar seguro, pra começo de conversa.

  8. Felipe disse:

    Olá. Tenho 17 anos, venho de uma família tradicional na minha cidade e posso dizer que vivo bem. Dito isso, posso afirmar com a experiência sentida na pele que a playboyzada (não me incluo nisso – felizmente meus pais me deram educação e, além de não dirigir, não ando com gente incapacitada de pegar em um volante) realmente não está nem aí para o trânsito ou para a vida dos outros. Por “playboyzada” estou realmente generalizando, pois, dos meus amigos, apenas três ou quatro são sensatos, outros preferem pagarem de “malandros” ao andar de vidrão aberto sem CNH, som alto e a 140km/h.
    Para mim a melhor parte da fala do Prates foi quando ele disse o que já se tornou clichê: “acabar com sua vida, problema dele, o problema é envolver os inocentes”. O que o brasileiro em geral deve entender é a necessidade um convívio em sociedade, e não o que estamos vivendo hoje em dia (sabe-se lá como isso é chamado num país sério).

    Abraços e muito bom o blog, já reassisti todos os vídeos rsrs.

    • Sinal Vermelho Curitiba disse:

      Olá Felipe! Sua atitude é muito madura para quem tem apenas 17 anos, parabéns! É muito interessante primeiro receber o depoimento de alguém tão novo e segundo, de alguém que está no meio o qual falamos, e que não defende a atitude errada, que consegue enxergar os problemas deste tipo de postura. Claro que poucas pessoas são 100% corretas o tempo todo, de vez em quando todo mundo passa da velocidade, fala no celular ou comete algum tipo de infração no trânsito. Mas há pessoas que, como você bem observa, perseguem constantemente a morte. Parece um impulso autodestrutivo do qual a pessoa não tem plena consciência ou ignora as implicações por achar que nunca vai acontecer com ela. Valeu, continue acompanhando! Abraços!

  9. Ricardo disse:

    Pensei que você estava brincando quando disse que ia usar o vídeo para um post do blog, rsrsrsrs.
    Acredito que o Luiz Carlos se refere a um perfil de motorista e não a uma classe social, o perfil que ele traça ali é o mais comum entre os barbeiros: “o cara que tem um salário ruim e que deixa de comprar coisas essenciais (casa, comida, educação para os filhos) para comprar bens de status (carro, roupa de marca, viagens para a praia), normalmente essa pessoa é ignorante, faz merdas e se acha certo… e etc”. Muita coisa que ele diz ali é verdade, você só concorda quando passa por situações parecidas…

    Acredito que não dá para separar o transito por classes sociais ou por nível de escolaridade, conheço semi-analfabetos que dirigem a décadas e nunca bateram e também conheço gente instruída que vive fazendo merda. Mas dá para diferenciar os motoristas por perfil psicológico, “a tia que tira a carteira depois dos 40 e que tem medo de dirigir” “o playboy que usa o carro para dirigir bêbado e pegar mulher”… tem como dividir os motoristas em classes e cada classe tende a cometer certos erros específicos. O maior exemplo disso são os motoristas de Kombi, a maioria das pessoas tem certo trauma de Kombi.
    Por mais que se eduque, tem certos tipos de pessoas que vão continuar fazendo merda, um playboy só aprende a não fazer merda quando sofre um acidente e mata alguém, não tem como ensinar um infeliz desses a não dirigir bêbado, a não encher o saco dos outros com a merda do som de seu carro, a não dirigir a 150km/h no meio da cidade… Quem ensina certos tipos de pessoas a dirigir corretamente é considerado chato.
    Só para finalizar, quem dirige em bairros mais afastados sabe bem disso, povão + carro não dá uma combinação muito boa, não estou sendo preconceituoso e também não estou generalizando, mas só entende o que eu digo quem já dirigiu lá no Boqueirão, Cajuru, Pinhais, Xaxim, Araucária (certos bairros de Araucária são um tormento), praias em feriados (feriado + praia = povão) …

    • Sinal Vermelho Curitiba disse:

      Ricardo, bastante sensato seu ponto de vista. E, detesto concordar, mas sou obrigado, o que você fala sobre bairros afastados acaba sendo a mais pura verdade. É o que eu comentei agora para o colega Diego, mas de fato pessoas mais ignorantes com carro na mão aparentam ter menos consciência das leis e acabam fazendo muita barbeiragem (pra não dizer outra coisa).

  10. Diego Pujol disse:

    Olha, acho que cada faz com o seu dinheiro o que bem quer, se quer comprar um popular que o faça, vejo muito mais playboy colocando som no carro e “dando volta por aí” do que pobre, que costuma usar o carro só quando preciso por causa do preço do combustível.

    E não o “povão” que para para ver acidente, isso é coisa de curioso, e isso não tem classe social.

    Educação no trânsito precisa sim, tanto para os donos dos possantes quanto dos populares.

    Certa vez vi uma charge, um congestionamento lotado e todas e pessoas pensando ao mesmo tempo “se essas pessoas fossem de ônibus, o transito seria melhor pra mim”

    • Sinal Vermelho Curitiba disse:

      Opinião justa. Acho que o cidadão foi um pouco preconceituoso som. Mas, regra geral, as pessoas menos esclarecidas (e, geralmente, de classe social mais baixas) são as que vejo fazendo as maiores merdas, principalmente na estrada. E como pego bastante a estrada, presencio cenas inacreditáveis. Mas geralmente não filmo.

  11. Pools disse:

    Acho que ele usou os termos errados e isso gerou protestos (graças em parte a emissora concorrente que odeia a Globo).
    Mas é verdade, em muitos lugares do Brasil se tira a carteira com a maior facilidade, isso quando não rola um “abono” por fora.
    E quanto maior o número de carros, mais educação e cuidado tem q se ter. Imagine Curitiba daqui a 5 anos nesse mesmo ritmo, sem nada sendo feito?

    • Sinal Vermelho Curitiba disse:

      Olá amigo. Sem dúvida alguma, se não fizerem nada por Curitiba, estaremos bastante ferrados daqui a alguns anos. Vai virar uma mini São Paulo, porém com bestas no trânsito. Só imagine! Acho que daí vou morar em São Paulo de vez, se estiver zero a zero, ao menos lá o pessoal dirige melhor e tem mais opções culturais! rsrs

  12. Murillo disse:

    Esse foi o melhor desabafo que ja vi na vida.

    • Sinal Vermelho Curitiba disse:

      Isso aí Murillo, o cara estava “putaço”. Pelo jeito quase atropelou um zé povinho que atravessava a BR apenas para ver um acidente.

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