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Moto Atropela Andarilho na Avenida Batel – Vídeo Sugerido

A bike speedy vem de boa na Av. Batel, Curitiba, nem muito rápido estava. O cidadão, que parece ser um “andarilho”, se enfia na frente. Deu merda, mas, aparentemente, ninguém se machucou.

Sugestão do Erick, vídeo do Lucas.

Perguntas:

  • Bike estava certa?
  • O andarilho, ao dizer “me ajudem” sendo que estava aparentemente bem, estava meio doido?
  • O fotógrafo que aparece na filmagem estava mais preocupado com a moto do que com o SER HUMANO caído? Cretinice isso ou não intencional? Nem mesmo o piloto da moto ficou tão preocupado com seu bem material.

Reflitam, comentem!

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Orgulho Corinthiano em Curitiba (ou não) – 20/12/12

O vídeo foi gravado logo após a vitória do Corinthians no Japão (domingo quase meio-dia) por um dos colaboradores do blog que não quis se identificar. Em plena Av. Batel, Curitiba, a barbárie corre solta. Pessoas deitam na rua, impedem a passagem de veículos, contramão vira regra e por aí vai. Pra variar, não há policiamento.

Eu (John Red) tive uma triste lembrança dos dias em que a Batel era Colombo (hoje apenas parece de vez em quando). Os rachas comiam solto, as pessoas se empuleiravam na lanchonete Kharina para ver os carros passar. Bando de jacuzada com pisca na meia luz, película escura e vidros fechados no carro sem ar passando calor (só pra fazer moral) e painéis roxos neon. Tirar a placa da frente era considerado “bonito” e tirar as duas era para os bosses. Isso sem contar a sonzeira a todo volume.

Nessa época, quando havia copa do mundo, a Batel ficava assim, pra pior. Terra sem lei, típico de província, cidade do interior, bostinha de cidade. Sacudiam os carros das pessoas, principalmente quando haviam mulheres dentro. Bebida era sinônimo de direção, jogavam latas de cerveja para cima  e foda-se onde iriam car. Em uma capital ou cidade modelo, isso não poderia acontecer. Ou poderia?

O que vocês acham? E quem vocês acham que gravou isso?

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Pedestres Canalhas: Suicidas por Vocação, Colonos por Natureza by Fiscal do Fracasso

LIGUE O SOM! Vídeo do post: Pedestres Canalhas: Suicidas por Vocação, Colonos por Natureza – edição com 20 mini vídeos, tempo total 7m25s, Autor: Fiscal do Fracasso

A pergunta que não quer calar: por que os pedestres fazem questão de atravessar fora da faixa  e sempre na pior hora possível?

Mostrarei para vocês uma grande coleção de pedestres colonos suicidas, que têm por missão de vida apropriar-se da rua, tornando ela uma extensão da calçada.

Não deixe de conferir uma comparação especial entre os pedestres de dois bairros movimentados de Curitiba: Centro e Batel.

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Desembargador Motta: Terror Para os Curitibanos

Amigos, nosso primeiro vídeo pós 2 anos é um especial duplo – sim, um combo da imbecilidade no coração do anel viário de Curitiba – a Desembargador Motta, uma de nossas principais ruas, é também foco das maiores barbeiragens, especialmente em dois trechos.

Por que? Porque há um leve desvio em sua trajetória, e sem as faixas demarcadas na intersecção, o curitibano fica mais perdido que filho da puta na zona.

A Parte 1 desse especial mostra o antigo cruzamento da Des. Motta com a Av. Batel:

LIGUE O SOM! Vídeo do post: especial Terror na Desembargador – Parte 1 – edição com 13 mini vídeos, tempo total 3m59s

Após assistir à primeira parte, você estará ciente da dificuldade mental desse povo. Entretanto, é a segunda parte que vai realmente lhe deixar chocado.

A Parte 2 retrata o atual cruzamento com a Vicente Machado e destila as piores habilidades do nosso povo tupiniquim. É lesão mental na certa:

LIGUE O SOM! Vídeo do post: especial Terror na Desembargador – Parte 2  – edição com 24 mini vídeos, tempo total 7m16s

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Curitiba das Calçadas Esburacadas

  • 21 de janeiro, 2012
  • Categoria: Artigos

Em outubro de 2011, fizemos um post intitulado Curitiba das Ruas Esburacadas, em que mostramos a lamentável situação do pavimento da cidade, outrora modelo. Agora, lamentavelmente, temos o desprazer de mostrar o estado deplorável das calçadas da cidade e grande porcaria de obra que “Prefeitura em Ação” está fazendo.

Como os amigos podem ver, o SinalVermelhoCuritiba.COM virou um importante instrumento de protesto. A matéria começou através de uma denúncia que recebemos da síndica de um prédio na R. Des. Motta, bem no início do BATEL, que enviou esta foto para nós:

Prefeitura Destrói Calçada e Não Conserta - SinalVermelhoCuritiba.COM

Em seguida, a síndica conseguiu que a RPC TV fizesse uma reportagem no local. Confiram o absurdo da situação através do vídeo abaixo:

Então vejamos… em uma atitude inteligente como de uma mula, a Prefeitura de Curitiba resolveu destruir todas as calçadas da Rua Des. Motta em SETEMBRO de 2011, para até agora (final de janeiro de 2012), 5 meses depois, não consertar. O mais lógico seria destruir a calçada e logo consertá-la, mas aí a obra fica pronto muito rápido… o povo não vê a Prefeitura trabalhar e rende menos votos. É isso?

Para piorar um pouco mais, não há sinalização adequada nem passagem para os pedestres. Se fosse no primeiro mundo, uma obra como essa exigiria sinalização com cones e a construção de um caminho protegido para os pedestres passarem. Mas no Brasil, o esquema é o do “foda-se” – o pedestre que desvie. Para provar isso, seguem mais fotos que conseguimos:

Lindas calçadas estão assim há 5 meses:

Prefeitura Destrói Calçada e Não Conserta - SinalVermelhoCuritiba.COM

 Ninguém vai tropeçar nesses degrauzinhos de nada, né?

Prefeitura Destrói Calçada e Não Conserta - SinalVermelhoCuritiba.COM

Segurança para o pedestre em primeiro lugar:

Prefeitura Destrói Calçada e Não Conserta - SinalVermelhoCuritiba.COM

Prefeitura Destrói Calçada e Não Conserta - SinalVermelhoCuritiba.COM

Não atrapalhou quase nada:

Prefeitura Destrói Calçada e Não Conserta - SinalVermelhoCuritiba.COM

Dizem que vai ficar assim:

Prefeitura Destrói Calçada e Não Conserta - SinalVermelhoCuritiba.COM

E… A GRANDE PIADA:

Super Prefeitura de Curitiba - Piada - SinalVermelhoCuritiba.COM
GRANDE CIDADE!!!

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Um Dia de Férias na Silva Jardim

Obs.: o vídeo original continha uma trilha sonora (que estava tocando no som do carro) e foi bloqueada pelo YouTube, por infringir direitos autorais. Isso ocorre quando uma música predomina sobre o resto da trilha do vídeo. Portanto, o vídeo foi substituído por uma versão sem áudio, o que não compromete a visualização, já que não havia narração.

]

LIGUE O SOM! Vídeo do post: especial Um Dia de Férias na Silva Jardim – edição com apenas 1 vídeo, tempo total 4m35s

Esse vídeo, muito simples, foi produzido com um objetivo: mostrar como a Silva Jardim pode ser atravessada da Praça do Japão até quase seu final em menos de 5 minutos no final da tarde! Isso mesmo, às 18h.

Fatores que contribuíram para isso foram o período de férias escolares e também o fato de que, em um momento de sorte, não havia nenhum barbeiro para atrapalhar!

O vídeo faz pensar por que o trânsito não pode ser bom sempre… por que motivo os barbeiros malditos insistem em andar devagar quando, bastando andar na velocidade da via, pode-se trafegar de forma rápida, com segurança e aproveitando os sinaleiros.

Utopia! Isso nunca se repetirá novamente, não nessa vida – desafio os seguidores do blog a tentarem!

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Avenida Batel – A Nova Colombo

LIGUE O SOM! Vídeo do post: especial Avenida Batel – A Nova Colombo – edição com (apenas) 2 mini vídeos, tempo total 5m34s

A Avenida Batel, por muito tempo, foi considerada como um símbolo de Curitiba. Talvez a avenida mais badalada da cidade, ela passa por shopping centers, restaurantes e, principalmente, casas noturnas.

Este vídeo não vai mostrar barbeiragens, apenas uma tremenda “caipiragem” – o que se tornou essa mega-congestionada avenida, palco para bebedeira fora de controle, já que a lei seca em Curitiba é uma verdadeira piada. Lei seca em Curitiba é como um bom motorista: sabemos que existe, só não sabemos onde.

Antigamente, tirar o carro da garagem e ir até a Avenida Batel era um programa sofisticado. Hoje, além de motivo para stress e busca por estacionamentos, nos finais de semana é programa de vileiros e índios e representa perigo – motoristas alcoolizados na saída dos bares. Cadê a sofisticação do Batel? Que rumou tomou Curitiba? Esse é o cartão de visitas da nossa noite?

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Chevettão Protagoniza Belo Acidente em Curitiba – Vídeo de Colaborador

Imagem de Amostra do You Tube

Nosso amigo @GeisonTadeu twittou a dica: o Chevette arranca a partir do posto BR na Bento Vianna com a Batel. Para quem não sabe, sempre tem uma galera filmando e fotografando todo ser motorizado que passa por ali, é um Big Brother do trânsito no final de semana.

O Chevette quis fazer bonito, mas não deu. Se você quer saber o que aconteceu depois, leia a matéria. Há também uma foto disponível, mostrando que o tal Chevette é do mundo da arrancada.

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Porquice dá as Caras no Batel Soho

  • 19 de março, 2011
  • Categoria: Artigos

A nojeira tomou conta novamente (literalmente, inclusive) da região da Praça Espanha conhecida pelos afetados de Curitiba como Batel Soho (leia a matéria linkada). Ocorre que nesta sexta, dia 18/03/11, um bando de imbecis resolveu comemorar o “ano novo”, alegando que no Brasil o ano só começa após o Carnaval.

Claro que na verdade eles só queriam aparecer.

Em primeiro lugar, esta meia verdade de que o ano só começa após o Carnaval não pode ser considerada este ano, no qual o Carnaval caiu no mês de março. Os negócios estão rolando normalmente e não há o mesmo marasmo de anos anteriores. O feriado atrapalhou os negócios, mas em menor escala.

Então, se um bando de retardados quer comemorar um Reveillon fora de época, ok, desde que não atrapalhem os outros. O que não aconteceu.

Quem teve o azar de tentar trafegar em sentido Água Verde – Batel – Bigorrilho na sexta à noite sentiu na pele o problema. Vias como Brigadeiro Franco e Coronel Dulcídio completamente congestionadas após 23h, refletindo em toda a redondeza. 10 minutos para atravessar uma quadra, com sorte.

Mas o pior mesmo foi verificar que, neste sábado de manhã, a vara de porcos deixou a Praça Espanha completamente imunda, gerando reclamações dos moradores, como demonstra a matéria veiculada no Paraná TV da Globo/RPC (UPDATE 2013: vídeo indisponível). Agora dizem que vão atrás dos acéfalos responsáveis por organizar a festa, pois fazer bagunça sabem, mas cuidar e limpar não.

Imbecis deslumbrados: aprendam a ser gente, pois um povo civilizado não defeca na própria casa.

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Batel Soho: Que Nojo

  • 12 de novembro, 2010
  • Categoria: Artigos

Batel Soho: região de Curitiba, compreendida por cerca de 10 quadras ao redor da Praça Espanha, a qual, em golpe de marketing dos comerciantes da região, representados pela Associação de Comerciantes da Região da Praça da Espanha – ASCORES, foi designada com o nome chupado do famoso bairro nova iorquino.

Esta inciativa “jacu”, jeca, provinciana, tinha que vir dos Curitibanos. A origem da palavra é para designar um bairro descolado de Manhattan, onde se vendem roupas de balada muito caras, entre outros objetos de consumo genuinamente interessantes e caros, com a desculpa de serem exclusivos ou alternativos. A Diesel, por exemplo, possui uma exclusivíssima loja boutique nesta região (claro, Curitibano afetado só conhece a loja da 5ª Avenida e olhe lá). A propósito, o nome “SoHo” é uma contração baseada na indicação sul da Rua Houston, “South of Houston”.

Aqui, a caipirada provinciana pegou o termo, juntou com o bairro Batel e usou, de forma arbitrária, para designar um bairro que não é Batel, mas sim Bigorrilho. Aliás, em Curitiba, o povinho cocô inventa nomes chiques para designar bairros de classe média. Exemplos:

  • Água Verde = acima da Iguaçu, chamam de Batel (que só inicia realmente a partir da Sete de Setembro)
  • Bigorrilho = chamam de Champagnat
  • Mossunguê ou Campo Comprido = virou Ecoville

Vídeo que fiz mostrando como é “fácil” estacionar na região do Batel Soho,
em pleno sábado de feriado:

O Champagnat/ Bigorrilho se tornou um apanhado de prédios de classe média e estudantes, onde é impossível achar vagas para estacionar, funcionando também como shopping center para ladrões de som. O Água Verde é o local onde geralmente mora aquele povo que adora pegar fila no domingo, principalmente na Curitibana, Jardins ou Batel Grill (aliás esta acho que fica no Batel mesmo). E o Mossunguê/ Ecoville, até então um bairro simpático, já está ficando lotado.

Em Curitiba, tudo gira ao redor do “modismo”  e do “querer aparecer”. Quando lançaram o Batel Soho, foi um evento com muita pompa e socialites. Logo em seguida, começaram com a modinha de sentar na grama, tomar vinho na grama, possivelmente dar o c* na grama e coisas similares, que o Curitibano nunca gostou de fazer (exceto talvez dar o c*). Mas, como uma das modas em New York é tomar Champagne no Central Park (o que, convenhamos, até combina), o Curitibano INVENTOU de tomar vinho na Praça Espanha. VSF! VSF!

Porém, eles esqueceram que, em Curitiba, tudo que inicia com ar de glamour (principalmente quando é forçado), acaba atraindo a “vileiragem” e logo vira reduto de boys da periferia, hippies, desocupados e toda sorte de gente estranha. Quem nunca gostou da natureza e tampouco de sentar na grama, agora vai fincar acampamento no Batel Soho e fingir que aprecia o lado idílico da vida (como se o clima da cidade permitisse isso), passando a tarde a coçar o saco pra parecer “cool” e descolado. Esta pobraiada toda só consegue ferrar com o trânsito da região, agora insuportável pois as ruas simplesmente não comportam tanto movimento. Quem mora perto, agora tem que conviver com todo tipo de gente circulando nas imediações e tiveram coragem até mesmo de lançar um empreendimento chamado “Batel Soho Residence” – não, não, eu juro que não vou por link pro site, meu c*****!

Bom, gente, é o seguinte: vamos acordar! Curitiba não é New York e, a despeito de iniciativas similares em outras regiões do mundo (como London Soho, por exemplo), vocês estão forçando demais! O Batel SoHo simplesmente não existe, seu blog é uma merda e vocês sequer têm site! Aposto que a associação de comerciantes, tão chique que é, não quis gastar dinheiro pra lançar direito a coisa. Quem procura na web mal acha informações consistentes a respeito. Os imbecis não tem cérebro suficiente nem mesmo para aproveitar o hype artificial que criaram. Claro, curitibano metido a chique é sempre pão-duro e não gosta de gastar, pois já tem outras prioridades como roupa de marca e financiamento do carro.

Nada contra uma cidade querer modernizar os lugares, criar ilhas culturais, tudo isso é louvável e contribui para valorizar um centro urbano. Ocorre que esta iniciativa foi muito descarada e forçada, Curitiba precisa de atrações baseadas nos seus verdadeiros costumes… quem frequenta o Barigui já tem que enfrentar bêbados, som alto da galera de Colombo, chega cedo pra fazer exercício e só encontra garrafas quebradas e sujeira. E agora, vão fazer o mesmo na Praça Espanha, emporcalhar a cidade enquanto for moda?

Caramba: se vocês precisam pendurar um banner no meio da praça pra dizer que ali é o Batel Soho, então é porque ali não é o Batel Soho, porra! Vocês esperam ir pra Manhattan e encontrar uma faixa gigantesca dizendo “Little Italy” ou “Greenwich Village” enquanto passeiam pela cidade?

Aparentemente, não estou sozinho nesta cruzada. Achei dois belos artigos a respeito:

Aliás, do último artigo, copio uma citação fantástica, que combina muito com nosso povo:

“- Nada mais provinciano que querer sair da província.”

“- Nada mais provinciano que tentar negar suas origens.”

Citação creditada a um cardiologista do Hospital Angelina Caron, creio que posso imaginar quem seja.

Atualização 19/03/11: Porquice dá as Caras no Batel Soho

Atualização 20/08/11: Morte no Batel Soho Envergonha Curitiba

Atualização 04/03/12: Reveillon Fora de Época: Mais VERGONHA para Curitiba

SUPER ATUALIZAÇÃO 26/09/12 (se você se ofendeu, talvez se enquadre aqui): Busão Curitiba + Batel Soho = Estudo Antropológico dos Curitibanos

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