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Manobras Curitibanas #01 – Jeito Especial de Ser no Trânsito

LIGUE O SOM! Vídeo do post: Manobras Curitibanas #01 – edição com 9 mini vídeos, tempo total 4m20s

Presente de Natal para os seguidores do SinalVermelhoCuritiba.com, esta “nova categoria” de estupidez sobre rodas traz 9 mini vídeos. O curitibano tem sua própria forma de manobrar. É algo fora da realidade, além da compreensão humana e do bom senso. Tem dúvidas? Assista este vídeo e tenha uma pequena amostra da estupidez a trabalho do homem.

Esta série continua no Manobras Curitibanas #02.

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“Paradinhas” #02 – Carro Pequeno, Cérebro Pequeno

LIGUE O SOM! Vídeo do post: “Paradinhas” #02 – edição com 8 mini vídeos, tempo total 3m26s

Se preocupar com os outros é, de fato, a última prioridade na lista dos motoristas curitibanos, como se pode ver claramente neste vídeo. Os exemplos são realmente vastos, e percebe-se claramente como, do ponto de vista torpe do condutor de Curitiba, o individual vem SEMPRE acima do coletivo.

Este vídeo continua nossa tendência de produzir materiais mais longos. Comente!

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Outra Manhã no Trânsito de Curitiba – Vídeo de Colaborador

Pessoal, aqui vai o segundo vídeo do nosso amigo e seguidor do Twitter Geison Tadeu (@geisontadeu). Geison tem uma “puta sorte” – parece um imã para barbeiros, das mais diferentes estirpes! Certamente, pegar uns imbecis destes pela frente representa um sério desafio à sanidade de qualquer pessoa coerente. Destaque para o sinal que abriu e ninguém passou. Sinceramente, não me venham falar de violência no trânsito depois disso. A vontade é de matar estes animais.

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Motoboys Curitibanos #02 – Onde Não Há Cérebro, a Burrice Abunda

Imagem de Amostra do You Tube

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O motociclista, de forma geral, precisa se cuidar muito no péssimo trânsito de Curitiba. Mas nós também precisamos ficar longe destes acéfalos sobre duas rodas, motoboys débeis mentais que não deveriam dirigir sequer um triciclo! Assista o vídeo e entenda o motivo.

Veja mais vídeos sobre Motoboys.

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Habilidade em Curvas #02 – Cornos à Solta no Trânsito

Imagem de Amostra do You Tube

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Especialmente mais longo, este segundo vídeo sobre o tema “curvas”, compila 8 trechos que somam 4m31s. Aqui, os absurdos se tornam ainda maiores quando a falta de preparo encontra a bestialidade dos animais que dirigem na cidade de Curitiba. Se existe algo que pode comprovar que Curitiba está em retrocesso e as coisas só pioram, é este vídeo.

Gostou do formato longo? Comente sobre este vídeo!

Confira também Habilidade em Curvas #01 e Habilidade em Curvas #03.

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Batel Soho: Que Nojo

  • 12 de novembro, 2010
  • Categoria: Artigos

Batel Soho: região de Curitiba, compreendida por cerca de 10 quadras ao redor da Praça Espanha, a qual, em golpe de marketing dos comerciantes da região, representados pela Associação de Comerciantes da Região da Praça da Espanha – ASCORES, foi designada com o nome chupado do famoso bairro nova iorquino.

Esta inciativa “jacu”, jeca, provinciana, tinha que vir dos Curitibanos. A origem da palavra é para designar um bairro descolado de Manhattan, onde se vendem roupas de balada muito caras, entre outros objetos de consumo genuinamente interessantes e caros, com a desculpa de serem exclusivos ou alternativos. A Diesel, por exemplo, possui uma exclusivíssima loja boutique nesta região (claro, Curitibano afetado só conhece a loja da 5ª Avenida e olhe lá). A propósito, o nome “SoHo” é uma contração baseada na indicação sul da Rua Houston, “South of Houston”.

Aqui, a caipirada provinciana pegou o termo, juntou com o bairro Batel e usou, de forma arbitrária, para designar um bairro que não é Batel, mas sim Bigorrilho. Aliás, em Curitiba, o povinho cocô inventa nomes chiques para designar bairros de classe média. Exemplos:

  • Água Verde = acima da Iguaçu, chamam de Batel (que só inicia realmente a partir da Sete de Setembro)
  • Bigorrilho = chamam de Champagnat
  • Mossunguê ou Campo Comprido = virou Ecoville

Vídeo que fiz mostrando como é “fácil” estacionar na região do Batel Soho,
em pleno sábado de feriado:

O Champagnat/ Bigorrilho se tornou um apanhado de prédios de classe média e estudantes, onde é impossível achar vagas para estacionar, funcionando também como shopping center para ladrões de som. O Água Verde é o local onde geralmente mora aquele povo que adora pegar fila no domingo, principalmente na Curitibana, Jardins ou Batel Grill (aliás esta acho que fica no Batel mesmo). E o Mossunguê/ Ecoville, até então um bairro simpático, já está ficando lotado.

Em Curitiba, tudo gira ao redor do “modismo”  e do “querer aparecer”. Quando lançaram o Batel Soho, foi um evento com muita pompa e socialites. Logo em seguida, começaram com a modinha de sentar na grama, tomar vinho na grama, possivelmente dar o c* na grama e coisas similares, que o Curitibano nunca gostou de fazer (exceto talvez dar o c*). Mas, como uma das modas em New York é tomar Champagne no Central Park (o que, convenhamos, até combina), o Curitibano INVENTOU de tomar vinho na Praça Espanha. VSF! VSF!

Porém, eles esqueceram que, em Curitiba, tudo que inicia com ar de glamour (principalmente quando é forçado), acaba atraindo a “vileiragem” e logo vira reduto de boys da periferia, hippies, desocupados e toda sorte de gente estranha. Quem nunca gostou da natureza e tampouco de sentar na grama, agora vai fincar acampamento no Batel Soho e fingir que aprecia o lado idílico da vida (como se o clima da cidade permitisse isso), passando a tarde a coçar o saco pra parecer “cool” e descolado. Esta pobraiada toda só consegue ferrar com o trânsito da região, agora insuportável pois as ruas simplesmente não comportam tanto movimento. Quem mora perto, agora tem que conviver com todo tipo de gente circulando nas imediações e tiveram coragem até mesmo de lançar um empreendimento chamado “Batel Soho Residence” – não, não, eu juro que não vou por link pro site, meu c*****!

Bom, gente, é o seguinte: vamos acordar! Curitiba não é New York e, a despeito de iniciativas similares em outras regiões do mundo (como London Soho, por exemplo), vocês estão forçando demais! O Batel SoHo simplesmente não existe, seu blog é uma merda e vocês sequer têm site! Aposto que a associação de comerciantes, tão chique que é, não quis gastar dinheiro pra lançar direito a coisa. Quem procura na web mal acha informações consistentes a respeito. Os imbecis não tem cérebro suficiente nem mesmo para aproveitar o hype artificial que criaram. Claro, curitibano metido a chique é sempre pão-duro e não gosta de gastar, pois já tem outras prioridades como roupa de marca e financiamento do carro.

Nada contra uma cidade querer modernizar os lugares, criar ilhas culturais, tudo isso é louvável e contribui para valorizar um centro urbano. Ocorre que esta iniciativa foi muito descarada e forçada, Curitiba precisa de atrações baseadas nos seus verdadeiros costumes… quem frequenta o Barigui já tem que enfrentar bêbados, som alto da galera de Colombo, chega cedo pra fazer exercício e só encontra garrafas quebradas e sujeira. E agora, vão fazer o mesmo na Praça Espanha, emporcalhar a cidade enquanto for moda?

Caramba: se vocês precisam pendurar um banner no meio da praça pra dizer que ali é o Batel Soho, então é porque ali não é o Batel Soho, porra! Vocês esperam ir pra Manhattan e encontrar uma faixa gigantesca dizendo “Little Italy” ou “Greenwich Village” enquanto passeiam pela cidade?

Aparentemente, não estou sozinho nesta cruzada. Achei dois belos artigos a respeito:

Aliás, do último artigo, copio uma citação fantástica, que combina muito com nosso povo:

“- Nada mais provinciano que querer sair da província.”

“- Nada mais provinciano que tentar negar suas origens.”

Citação creditada a um cardiologista do Hospital Angelina Caron, creio que posso imaginar quem seja.

Atualização 19/03/11: Porquice dá as Caras no Batel Soho

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Pedestres Canalhas – A Verdade nas Lentes do SinalVermelhoCuritiba.com

Imagem de Amostra do You Tube

LIGUE O SOM! Vídeo do post: especial Pedestres Canalhas – edição com 6 mini vídeos, tempo total 2m09s

Este especial desmistifica o ar de “santinhos” que os pedestres recebem da opinião pública e imprensa de forma geral. Através das lentes do SinalVermelhoCuritiba.com, os pedestres revelam o bando de canalhas irresponsáveis que são, ferrando com o trânsito, colocando a vida deles em risco e deixando a responsabilidade nas mãos dos motoristas. Confira e veja por você!

Veja também: Pedestres Canalhas #02


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Toupeiragens #02 – Ainda Mais “Habilidade” no Trânsito de Curitiba!

LIGUE O SOM! Vídeo do post: Toupeiragens #02 – edição com 6 mini vídeos, tempo total 3m22s

Este é o segundo vídeo específico sobre toupeiragens. Se você acha que curitibanos dirigem mal, espere até ver isso! As piores cenas estão aqui, manobras assustadoras… Até mesmo para o padrão de barbeiros que estamos acostumados, as cenas são chocantes pois excedem o limite do bom senso. Sei que não esperamos muito dos motoristas de Curitiba, mas isto já é demais!

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O Sinal Abriu, Imbecil! #02 – Tempo de Reação Curitibano

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LIGUE O SOM! Vídeo do post: O Sinal Abriu, Imbecil! #02 – edição com 6 mini vídeos, tempo total 2m34s

O segundo vídeo sobre motoristas que dormem no sinal traz uma novidade muito interessante, que servirá de referência para “medir” a lentidão dos condutores curitibanos. Assista e veja por que é tão estressante arrancar nos sinaleiros de Curitiba! Confira o “tempo de reação curitibano”!

Gostou? Então veja mais:

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Freak Saturday – Trânsito Infernal de Sábado em Curitiba

LIGUE O SOM! Vídeo do post: especial Freak Saturday – edição com 9 mini vídeos, tempo total 4m07s

Este é um vídeo especial, o 15º do SinalVermelhoCuritiba.com, com uma proposta diferente: foram reunidas as principais barbeiragens captadas em uma única manhã de sábado, para quantificar em números a frequência com que nos deparamos com barbeiros em Curitiba, terra dominada por roceiros e acéfalos ao volante.

Se você tinha alguma dúvida sobre “quantas barbeiragens” é possível flagrar no período de poucas horas, devido à natureza dos outros vídeos (trechos captados em dias distintos), agora não há mais dúvida! Freak Saturday: onde os domingueiros de plantão encontram-se com a tribo dos que trabalham final de semana. Resultados desastrosos, dia infernal.

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