Post das Tags: taxistas

Taxistas Mafiosos e Ladrões: Mais uma Prova

  • 27 de janeiro, 2012
  • Categoria: Notas

Seguidores do SinalVermelhoCuritiba.COM – nós já mostramos no blog que os taxistas podem ser até mesmo estupradores (veja artigo), porém o negócio está cada vez pior.

Taxistas Ladrões Alteram o Taxímetro - SinalVermelhoCuritiba.COM

Foi descoberto um esquema fraudulento através do qual cerca de 200 taxistas “POSSIVELMENTE” roubavam da população, alterando o taxímetro. O Bruno Gouvea deu a dica primeiro, mas a notícia já está bombando nas redes sociais.

É demais, não? Confira a matéria da Gazeta do Povo: Fraude encarece tarifa de táxi em até 30%.

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Enquete: Dirigir Bêbada ou Arriscar no Táxi?

  • 13 de janeiro, 2012
  • Categoria: Notas

Recentemente, divugamos dois absurdos aqui no blog. Um deles foi o caso da Patricinha Alcoolizada. Outro foi o caso do Taxista Estuprador. Sugerimos que leiam ambas as matérias.

Diante disso, surge uma pergunta… supondo que uma menina, sozinha na balada, tenha bebido muito, o que é mais seguro?

A primeira alternativa seria voltar para casa dirigindo alcoolizada e correndo risco de acidente.

A segunda alternativa seria pegar um táxi correndo o risco de ser estuprada.

A enquete está rolando no Facebook do SVC (clique). Vocês podem comentar no post, mas não deixem de votar lá.

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Cuidado com Taxistas Ladrões e Estupradores

  • 11 de janeiro, 2012
  • Categoria: Artigos

O SinalVermelhoCuritiba.COM recebeu uma denúncia muito grave e preocupante. Se, por um lado, ficamos felizes por estarmos recebendo denúncias – pois são provas do nosso sucesso e credibilidade – por outro, ficamos bastante chocados com o relato que virá a seguir.

A pessoa que nos escreveu é uma jornalista que identificamos positivamente, ela realmente existe e a história confere. Entretanto, por vários motivos, ela não quis se expor e se identificar. Temos também em nosso poder  data, hora e número do táxi que protagonizou o trágico evento. Porém, não cabe a nós divulgar essas informações. Leia e tire suas conclusões.

Relato de uma tentativa de estupro em Curitiba

Era madrugada, saída de balada, na região do Batel. Nossa personagem, ao voltar para casa, não conseguiu chamar seu conhecido e resolveu pegar táxi em um ponto próximo do bar onde estava. A propósito, tanto o bar quanto o ponto foram relatados, porém, preferimos não divulgar. Devido à forte chuva que caía, a jornalista conversou com o taxista e explicou que ele poderia ficar de olho na porta do bar, pois sempre haviam pessoas precisando de um carro. E isso deu margem a uma conversa que se estendeu até a casa da vítima. Sabemos que taxistas adoram puxar uma conversa, ainda mais sobre condições meteorológicas, e a passageira foi apenas simpática de dialogar com o sujeito.

Ao chegar em sua casa, ela estendeu uma nota de R$ 50,00 para receber o troco. Nesse momento, o taxista agarrou o braço dela e puxou com força, fazendo com que caísse de joelhos dentro do carro. Ele falou “Eu te quero“, com essas palavras. A jornalista tentou argumentar, alegando que seu namorado estaria esperando dentro de casa, mas de nada adiantou. Veja algumas palavras do relato:

Assim que pedi o troco, abri a porta do carro. Ele ficou furioso, e arrancou. Nessa hora, eu comecei a perceber que realmente estava numa fria. Puxei a porta do carro. E pensei: ‘Eu preciso ficar calma’. Ele virou a primeira rua à direita e eu peguei meu celular escondido. E comecei a mandar mensagem. Lembro que ele conversava comigo, mas não consigo lembrar o que era. Deixei uma mensagem pronta ‘Estou precisando de ajuda‘ e mandei para todos os homens que eu sabia que podiam estar acordados.

O taxista não parou em nenhum sinaleiro. Tocou o carro por algumas ruas escuras, até que parou, desceu do carro e se dirigiu ao banco de trás.

Nessa hora eu CONGELEI. Eu não sabia o que fazer, o que pensar. Na hora que vi aquele homem sentando ao meu lado, o choro foi pior.

Aí iniciou-se a investida sexual. O taxista começou a beijar e puxar o cabelo da vítima, enquanto ela se debatia e o empurrava, se defendendo de todas as maneiras possíveis. Foi nesse momento que seu celular tocou e ela conseguiu atender. Tão logo atendeu, informou o número do táxi e o local onde se encontrava.

Depois disso, o taxista se deu conta da besteira que havia feito. Imediatamente, temeroso, voltou para o banco da frente, acelerou o carro e deixou a jornalista em frente de casa. O troco nunca veio. O indivíduo, além de estuprador, é também sequestrador e ladrão.

Consequências

Como toda vítima de estupro (ou tentativa), nossa personagem passou por estágios de choro, depressão, tomou vários banhos e ficou abalada psicologicamente. Não queria falar com ninguém, mesmo assim criou coragem para relatar o caso a alguns amigos, alguns deles policiais. Apesar de tudo, ela não teve coragem de fazer a denúncia. Afinal de contas, o fato de morar sozinha e não ter familiares na cidade são fatores que pesam contra. Há sempre o medo do marginal não ser preso, ou conseguir sair e planejar uma vingança. Afinal de contas, ele sabe onde ela mora.

O SVC acha que esse tipo de situação deve sempre ser denunciada. O malfeitor já está identificado, sendo fácil prendê-lo. Entretanto, compreendemos os motivos que levaram a jornalista a desistir dessa empreitada. Para a mulher, não é nada fácil tomar essa atitude, ainda mais na situação dela. Mas o fato ocorreu há pouco tempo e ainda temos esperança que ela mude de ideia e a justiça seja feita, dando a esse bandido o “tratamento” que ele merece.

Ficam as lições, compartilhadas pelo SVC e pela vítima: em primeiro lugar, as mulheres devem evitar pegar táxi sozinhas durante a madrugada. Para se ter uma ideia, conhecemos a filha de um taxista cujo pai a proibiu de pegar táxi e a orientou que, em último caso, ao entrar no veículo já informe ser filha de taxista. Ou seja, se nem eles confiam nos colegas, boa coisa não é.

Se pegar um táxi for absolutamente necessário, é sempre melhor chamar em uma central (rádio taxi), na qual a corrida ficará devidamente registrada e o indivíduo pensará duas vezes antes de fazer besteira.

Finalmente, diante desse relato, fica fácil entender as ameaças de morte e agressão física que recebemos dos taxistas inconformados com as matérias que postamos aqui no blog. Afinal, boa parte deles parecem ser bandidos mesmo. Siga esse link para conferir as matérias anteriores sobre os “laranjitos” (clique).

E vocês, amigos do SVC, o que têm a dizer diante de tudo isso?

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Taxistas São Cornos? Conheça a Péssima Estrutura dos Táxis em Curitiba

  • 9 de dezembro, 2011
  • Categoria: Artigos

Os cidadãos de Curitiba, de forma geral, são bastante indignados com os taxistas. De quem é a culpa? Não preciso ir muito longe, temos vários artigos e vídeos a respeito, tais como:
-> Amigos Taxistas – Aqueles que Deveriam ser Profissionais
-> Taxista revoltado diz: “saia da minha cidade”
-> Taxistas: Como Funciona a “Justiça Laranja”
-> Amigos Taxistas 2 – Existo, logo Atrapalho
-> A Mentalidade Taxista

Entretanto, recebi de um admirador do blog, empresário da capital (que pediu para não ser identificado), um manifesto interessantíssimo a respeito da “raça” – através desse relato que demonstra a precária situação dos táxis em Curitiba, podemos ter uma ideia dos motivos pelos quais eles são tão odiados. Se eles não tomarem providências, logo estarão no mesmo grau de admiração que nutrimos por nosso políticos.

Em preto: relato do empresário.
Em vermelho: comentários do SVC.

Situação Precária dos Táxis em Curitiba – Relato de um Empresário

Eu não gosto de depender de táxis, porém sou obrigado a utilizá-los com certa frequencia. Para agilizar o atendimento que presto aos meus clientes, muitos dos quais encontram-se localizados na região central da cidade, recorro a táxis para não perder tempo procurando estacionamentos e me deslocando a pé. Além disso, costumo deixar meu carro para lavar toda semana, eventualmente ele vai para a revisão, e tudo isso me obriga, mais uma vez, a utilizar serviços de táxi.

SVC: já estou sentindo pena do amigo empresário.

Porém, a qualidade do serviço vem decaindo cada vez mais. Antigamente, chamar táxi em Curitiba era uma questão de aguardar 5 a 10 minutos. O trânsito era melhor e os carros existentes na praça atendiam às necessidades da população. Agora, o serviço descambou para a bagunça. Nunca sei se vou conseguir o táxi em 5 minutos ou uma hora. Acham que estou brincando?

Não, eu não acho. rs

Esses dias deixei meu carro para uma revisão na concessionária, que fica na Mal. Floriano Peixoto. O táxi foi chamado às 8h da manhã e até 8h20 nada de aparecer. Liguei na central, que informou que “não havia carro na região” – ok, só esqueceram de me avisar disso da primeira vez em que chamei. Outras centrais estavam com os telefones ocupados, de forma que tive que aguardar até as 8h45, ou seja, esperei exatamente 45 minutos por um táxi.

PQP! 45 minutos aguardando para ser atendido por um corno, é foda! E essa central, que zona é essa? Putz, chamei de corno, desculpem. rs

A cada táxi que eu pego, aproveito para conversar com os motoristas e entender um pouco dessa bagunça. Nesse dia, o taxista me explicou que só tinha sido avisado pela central alguns minutos antes (presumo que foi quando ficou livre, mas não sei) e que, fora os horários de pico (início e final do dia), eles ficam ociosos, com pouco serviço, parados nos pontos.

Entretanto, com outro carro que peguei, o motorista me falou exatamente o oposto: disse que não fica parado um minuto sequer e que tem demanda o dia todo. Esse motorista também era afiliado a uma central de rádio táxi. Ou seja, que conclusão podemos tirar disso? Há ou não há movimento?

Bem, meu amigo, a conclusão óbvia é que o primeiro motorista estava mentindo apenas para acobertar a pouca vergonha da realidade curitibana. Mas temos que entender, afinal de contas, a região das concessionárias na Mal. Floriano, é MUITO LONGE do centro – são cerca de 2 ou 3 Km!

Dia de chuva, então, esqueça. É impossível pegar um táxi com chuva em Curitiba. Na revisão anterior do meu veículo, no mesmo local, eu simplesmente não consegui ligar para nenhuma central, pois todas estavam com o telefone ocupado, e vi outros clientes aguardando há 40 minutos sem conseguir um carro. Tive que pedir a um funcionário para sair da empresa e ir me buscar, do contrário jamais chegaria ao escritório.

Mas que baita produtividade teve o seu dia, hein meu amigo? PQP, nessa hora conseguimos perceber que VIVEMOS NA ROÇA – nem vou falar mais nada.

A situação não é diferente quando preciso de um táxi no meu escritório, que fica na região da Av. Batel. Aqui deveria haver táxi com facilidade, já que o bairro é central e nobre. Porém, não é isso que observo. O tempo de espera após chamar um táxi varia de 5 a 30 minutos. Então, geralmente peço para minha secretária chamar o carro, aguardo 15 minutos e desço (trabalho em um edifício comercial). Já aconteceu de eu descer, com pressa, e ter que aguardar mais 10 ou 15 minutos além do tempo inicial. E já aconteceu de eu descer e o táxi havia chegado em 5 minutos porque estava perto, portanto ficou 10 minutos aguardando. Isso é o pior, porque geralmente o motorista fica num mau humor daqueles, um já chegou a me dizer que “estava quase indo embora” e outro chegou mesmo a ir embora sem dar satisfação. Ou seja, não desci em 8 minutos e ele se mandou. A burrice é deles, pois geralmente dou boas gorjetas quando sou bem atendido. Quando o taxista reclama, simplesmente não dou gorjeta e exijo todos os centavos do troco.

Baita profissionalismo que você percebeu nestes pseudo-profissionais, hein meu caro? Dá pra perceber o “naipe” destes imbecis por esse lamentável e infeliz relato.

Os porteiros do meu edifício sabem do drama, pois todos os condôminos, quando precisam de um táxi, enfrentam problemas parecidos. E os porteiros reclamam da grosseria e falta de consideração dos taxistas. Por exemplo, eles raramente saem do carro para avisar que estão aguardando uma pessoa, o que faria com que a portaria interfonasse para o conjunto comercial e possivelmente acelerarasse o atendimento. Segundo os porteiros, é muito difícil saber se o táxi está aguardando alguém do prédio comercial ou de outro local próximo.

Vai ver que é por isso que os taxistas andam tão “em forma” (de bola). Já passam o dia sentado – ainda têm preguiça de sair do carro. Aí é foda.

Infelizmente, isso tudo não se resume ao horário comercial. Nos finais de semana, eu costumo enfrentar problemas muito parecidos. Conforme o local que eu costumo ir (teatros ou festas, por exemplo), evito usar o carro por questão de praticidade ou até mesmo porque quero beber, e minha esposa me acompanha. Como sou totalmente contra dirigir alcoolizado, recorro a táxis nessas horas também. Um dia, cheguei a perder a abertura de um evento que minha empresa estava patrocinando, por um motivo bem simples: liguei uma hora antes do horário para três centrais diferentes, e pedi um carro para 30 minutos. Era sábado à noite. Todas as centrais estavam com tempo de espera variando entre 1h a 2h. Eu mal pude acreditar. A solução foi ir com o meu carro, mas o local era de difícil estacionamento, acabei tendo que deixar o veículo longe, em uma rua escura e perigosa, e andar a pé até o evento. Minha esposa não gostou nada da experiência e sugeriu que voltássemos a morar em São Paulo, onde, segundo ela, “pelo menos conseguimos pegar um táxi quando queremos“.

Como eu sou de Curitiba e gosto de viver aqui, relevei o comentário dela como um momento de raiva. Mas entendo a frustração dela. Quando contamos esse tipo de coisa para nossos amigos de São Paulo, eles mal acreditam. Acham que estamos exagerando e dizem que Curitiba é uma cidade elogiada pelos paulistanos, que acham que temos qualidade de vida, etc. Mas eu digo que, ultimamente, perco muito mais tempo me deslocando em Curitiba do que em São Paulo e que a qualidade de vida em Curitiba caiu bruscamente.

Uma coisa que eu e todos os taxistas temos em comum é: todos reclamamos do trânsito. Claro que, infelizmente, para eles o trânsito se torna a “desculpa oficial” para o péssimo atendimento que prestam e para o fato de nunca cumprirem horários.

Irretocável tudo que o amigo falou. E muito interessante o comentário de sua esposa sobre São Paulo, pois também tenho a mesma impressão. E concordo – todo mundo usa o trânsito como desculpa padrão para reclamar de atrasos.

Um taxista me explicou que o motivo de não haver carros disponíveis aos sábados é que os taxistas não gostam de trabalhar no fim de semana.

Outro me disse sabe o quê? Que nós chamamos táxi na mesma hora. Ah tá, A CULPA É NOSSA AGORA. ENTENDI.

Um belo dia, os porteiros do meu prédio tiveram uma ideia “fantástica” - conversaram com os taxistas de um ponto que fica a duas quadras do prédio, e fizeram um acordo para atendimento do nosso pessoal. Eles ligariam para o telefone do ponto e, havendo carro disponível, chegariam em menos de 5 minutos. De início, achei muito bom, mas logo depois, a ideia descambou. Os táxis do ponto geralmente são piores em conservação do que os carros das centrais, e parece que os motoristas são ainda mais grosseiros. Lembro até hoje de um episódio que jamais esquecerei:

Um cliente importantíssimo agendou reunião de última hora – pediu para eu ir ao escritório dele imediatamente, justamente no dia em que meu carro estava na revisão. Pedi para minha secretária ligar para o ponto de táxi diretamente, por “sorte” havia um carro disponível e ela me falou que estava vindo em menos de 5 minutos. Peguei minhas coisas e desci rapidamente. No caminho entre o elevador e a portaria, parei para auxiliar uma senhora que entrava com dificuldades de entrar no prédio e a conduzi até o elevador, inclusive apertei o botão do andar para ela. Ao chegar na portaria, em menos de 5 minutos após chamar o táxi, o carro estava lá, sem passageiros e… SAINDO. O porteiro comentou que ele havia atendido o celular e saído imediatamente. Ou seja, ele recebeu uma chamada para outra corrida e me abandonou sem dar qualquer satisfação. Como eu não tinha anotado a placa ou o número do carro, não tive nem com quem reclamar.

E  o pior não foi isso. Ao ligar para o ponto, não havia nenhum táxi disponível (ninguém atendeu) e tive que recorrer novamente às centrais de rádio táxi. Tive que aguardar mais 20 minutos (sorte que não foram 40), cheguei na reunião muito tempo depois do esperado e, para meu desgosto, não pude terminar o atendimento porque meu cliente estava saindo em viagem. Resultado? Levei um mês a mais para fechar o negócio e perdi uma receita de cerca de R$ 50 mil por ficar um mês sem o contrato. Tudo isso por culpa de um taxista.

Agora, fiquei sem palavras. Primeiro, eu queria descobrir quem é esse taxista FDP e sem ética para poder denunciá-lo e mandar ele pro lugar que ele merece, ou seja pra PQP. Isso acaba com a moral de toda uma classe. Fiquei indignado de verdade com seu relato e meu caro, te digo uma coisa – isso jamais deveria ser assim, eles que estão errados e não você. E esse seu relato de “cliente marcando reunião em cima da hora” cai muito bem com o que já discutimos no post Tá com pressa? Sai mais cedo! (CLIQUE) – ou seja, há imbecis que não entendem que, para um executivo, não é possível cumprir horários nem sair mais cedo! Essa é a lei dos negócios, que só mesmo pessoas de mente curta não compreendem.

Prefiro nem comentar sobre a forma que os taxistas dirigem. Embora eu não seja tão apressado quanto o amigo do Sinal Vermelho Curitiba, confesso que, de forma geral, em Curitiba os taxistas dirigem muito mal, de forma lenta, e não se importam com a pressa do passageiro. Em São Paulo é diferente. Lá, pegar um táxi para uma reunião de negócios é a garantia de que chegarei no horário, pois os motoristas são cordiais, profissionais e fazem de tudo para levar o cliente rapidamente ao destino. Já cheguei a atravessar a cidade de Guarulhos a Congonhas para mudar de avião em menos de um hora graças a um profissional que salvou minha viagem de negócios. Lá é mesmo muito diferente e os taxistas daqui deveriam aprender com esses exemplos. Enquanto em São Paulo meus negócios são salvos pelos táxis, aqui eles são arruinados.

Lamentável, tupiniquim, caipira e deprimente.

Prezado Sinal Vermelho Curitiba, queira desculpar meu longo desabafo, mas foi bom aproveitar o espaço que você me deu para divulgar a situação real que eu vivi e que outros colegas empresários enfrentam, diariamente.

Oras, foi um prazer receber seu importante relato.

Em momentos como esses, percebo que Curitiba não está preparada para receber uma Copa do Mundo, essa cidade que eu tanto amo possui estrutura precária e os governantes não investem o suficiente. A qualidade do asfalto está péssima, faltam trincheiras e vias rápidas de verdade, e a cultura do motorista precisa mudar, tem que haver mais cooperação. Se fosse pela minha esposa, nem estaríamos mais morando aqui.

Lamento muito, o que você fala é a expressão da verdade.

Finalmente, gostaria de deixar aqui a conclusão da minha longa história de sofrimento na mão de péssimos profissionais. Decidi que, de hoje em diante, não pego mais táxi em Curitiba. Comprei um carro a mais para a frota da empresa e sempre tenho um colaborador de prontidão para me levar a compromissos emergenciais quando não posso ou não quero usar meu carro. Sim, fui obrigado a chegar a esse ponto e estou recomendando a todos os meus amigos que façam o mesmo. E agora, quando saímos à noite, sempre tem alguém que obrigatoriamente não bebe para levar os outros para casa, pois descobrimos que depender de táxi é o mesmo que não poder contar com ninguém.

Profundo. Adorei sua última frase. Acho que Curitiba precisa pedir desculpas a você. Você foi obrigado a colocar mais um carro em circulação por causa de péssimos profissionais. Agora, eu lanço a pergunta:

Quem sai perdendo com isso? Nós ou os taxistas?

Certamente para eles, você é um cliente a menos. E eu espero que outros sigam o seu exemplo. Eu seguirei.

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A Mentalidade Taxista

  • 27 de outubro, 2011
  • Categoria: Artigos

Existe uma unanimidade no SinalVermelhoCuritiba.COM. Praticamente todos que frequentam o blog detestam andar de táxi e detestam os taxistas também.

Qual é o motivo dessa raiva toda?

Resolvi ponderar sobre isso, mas antes preciso lembrar dos artigos anteriores a respeito dos “laranjitos“:
-> Vídeo: Amigos Taxistas – Aqueles que Deveriam ser Profissionais
-> Vídeo: Amigos Taxistas 2 – Existo, logo Atrapalho
-> Taxista revoltado diz: “saia da minha cidade”
-> Taxistas: Como Funciona a “Justiça Laranja”

Após assistir aos vídeos e ler os artigos, é de se presumir que qualquer ser humano vai, no mínimo, pensar duas vezes antes de elogiar os Amigos Taxistas. Mas vamos falar sério a respeito… por que eles são assim? Eu tenho estudado muito o assunto, e cheguei às minhas conclusões.

Longas jornadas de trabalho: desculpa padrão

Todo taxista insiste muito em falar do quanto ele trabalha. É como se a profissão dele fosse a mais maldita do mundo em termos de “condições sub humanas”, e isso seria uma “justificativa” para as barbeiragens que cometem, afinal, “não é fácil dirigir 24h“, entre outras pérolas que ouvimos e lemos.

Se eles mesmos admitem que a jornada é excessiva, isso deveria parar. Todos sabemos que os motoristas profissionais possuem jornadas reduzidas. Um condutor de ônibus está restrito a uma jornada máxima de 6h, sem ultrapassar 44h semanais, justamente porque lida com vidas e precisa estar atento e disposto.

Recentemente, saiu na TV uma matéria indicando que ao dirigir 24h ininterruptas em privação de sono, o motorista possui os mesmos reflexos de uma pessoa embriagada. Ou seja, dirigir bêbado de álcool não pode, mas bêbado de sono é legal?

Outro dia eu peguei um táxi e, numa boa, conversando com o motorista, ele me contou orgulhoso que já havia feito jornadas de até (pasmem) 56 horas. Não estou brincando, ele falou isso pra mim, cheguei a anotar em meu smartphone para não ter dúvidas depois!

Não é preciso dizer que esse tipo de pessoa se torna um criminoso em potencial, com atitude dolosa. A polícia, a prefeitura e os políticos não fazem nada a esse respeito. Então, quando vejo uma notícia como aquela relatada no artigo Taxistas: Como Funciona a “Justiça Laranja”, paro pra pensar se o taxista que furou o sinal não estaria sob efeito narcoléptico da privação de sono. É fácil colocar a culpa no condutor que estava correndo, mas quem vai avaliar o estado dos taxistas assassinos que andam por aí?

A mentalidade ao volante

Antes de prosseguir, quero fazer uma pausa nas minhas críticas para dizer que eu conheço alguns taxistas verdadeiramente agilizados, gente boa, pessoas esclarecidas que não refletem as acusações que lanço neste post. O problema é que eles são a exceção e não a regra. Assim como os curitibanos são barbeiros, com raras exceções.

Os taxistas que andam por aí de saco cheio da vida, ligam o modo “foda-se” que se aplica diretamente sobre o passageiro. Um exemplo: o que você faria na situação abaixo?

Pergunta: Você, no carro amarelo, segue na faixa esquerda de uma via separada por canteiros (Silva Jardim, Visconde de Guarapuava ou similar), sabendo que precisa virar à direita umas 10 quadras adiante. Você imbica para atravessar o canteiro, mas logo percebe que há vários Curitibanos Lerdos na frente e sua traseira fica ocupando espaço na via. Qual a sua reação?

A Mentalidade Taxista - SinalVermelhoCuritiba.COM

Resposta 1: se você é um seguidor do SinalVermelhoCuritiba.COM, eu tenho certeza que você irá sair do congestionamento e se manter na faixa esquerda, sabendo que ainda terá, nas 10 quadras seguintes, pelo menos umas 5 oportunidades para realizar a conversão.

Resposta 2: se você é um Amigo Taxista, tenho certeza absoluta que você ficará parado na fila, mesmo que isso signifique perder o próximo sinal aberto, por inteiro, atuando no modo “foda-se” como você se habitou a fazer.

Esse é apenas um dos exemplos que utilizei para sintetizar o pensamento de um taxista. Isso acontece direto comigo. Antes eu tinha vontade de pular no pescoço e esganar. Agora, eu ligo meu modo “gardenal”, fico letárgico, aproveito para fechar os olhos e tirar algumas sonecas rápidas, ou resolver assuntos via celular. Quanto mais imbecil o taxista, menos gorjeta ele recebe. Na maior parte dos casos, exijo todas as moedas de troco porque o cara não merece um centavo a mais.

E você, já passou por isso? Qual a sua opinião sobre os taxistas de forma geral?

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Amigos Taxistas 2 – Existo, logo Atrapalho

Imagem de Amostra do You Tube

LIGUE O SOM! Vídeo do post: especial Amigos Taxistas 2 – edição com 12 mini vídeos, tempo total 4m50s

Deveriam ser os profissionais do trânsito, mas são os piores motoristas. A pintura laranja é como uma “licença para atrapalhar” – não há o mínimo senso de cooperação em uma categoria que parece detestar o que faz. A sensação de “estamos de saco cheio” que leva à falta de cooperação é evidente em quase todos os taxistas curitibanos. Do quê eles reclamam? Quando eu preciso chamar um táxi, muitas vezes a fila de espera chega a uma hora!

Gostou? Assista também ao primeiro Amigos Taxistas.

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Taxistas: Como Funciona a “Justiça Laranja”

  • 16 de julho, 2011
  • Categoria: Artigos

Táxis: a "justiça laranja" é bárbara!Recentemente, aconteceu um acidente no Juvevê no qual dois passageiros de um táxi morreram. A repercussão foi grande. Para quem não sabe, vou citar duas referências, uma no G1, outra no “190 Km/h é crime!” – site feito em homenagem às vítimas do “Deputado Voador”, Ribas Carli Filho.

Comparações com o deputado surgiram. Eu não estou aqui para acusar ou julgar as pessoas. O táxi furou o sinal, porém a caminhonete estava um bocado rápida e há suspeitas de embriaguez. Esse é o resumo da história.

Então, ofendidos de plantão, quero deixar claro que não estou defendendo ninguém. Porém, quero explicar como o condutor da caminhonete escapou da morte por linchamento.

A sorte do condutor da caminhonete foi a polícia ter chegado rapidamente. Alguns vão dizer: “bem feito, prenderam ele” – nada disso, os nobres policiais, em um exemplo de eficiência, salvaram a vida dele, afinal, logo após o acidente, brotaram dezenas de taxistas, todos dispostos a fazer justiça com as próprias mãos, numa clássica demonstração da já famosa “justiça laranja“.

Fontes contam que o condutor ficou em “paradeiro desconhecido” das 2 às 6h da manhã, nem no local do acidente, nem na delegacia, para não ser descoberto e linchado! Parabéns aos policiais que tomaram essa atitude elogiável, em defesa das leis.

O que se discute aqui não é de quem é a culpa. O fato é que, em uma sociedade, não se admite que pseudo-justiceiros e delinquentes queiram aplicar a lei de talião ou o Código de Hamurabi – “olho por olho, dente por dente“. Se for assim, não precisamos de leis e vamos viver na selvageria, linchando as pessoas como nos tempos do velho oeste americano.

O culpado que seja julgado por um tribunal do sistema judiciário. E não pelo tribunal dos canalhas, o tribunal da “justiça laranja”.

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Taxista revoltado diz “saia da minha cidade”

  • 30 de junho, 2011
  • Categoria: Notas

A internet e a burrice das pessoas não param de me surpreender. Hoje deparei com alguns comentários bastante cretinos no canal YouTube do SinalVermelhoCuritiba.com:

Wagner9987 - Comentários no YouTube do SVC

Em seguida, verifiquei minha caixa de entrada e descobri que havia uma mensagem ainda mais indignada do “corno”, vejam com seus próprios olhos:

Wagner9987 - Mensagem no YouTube

Pior, para justificar que ele é “bom de braço”, mandou um vídeo, feito por ele, de um “Gol G5” (whowwww geração 5 – que fodido!!!) a 160 Km/h (MEU CARACAS – É UMA NAVE) – ou seja, ele acha bonito infringir a lei, dirigindo a 160 Km/h em um TÁXI, e usar isso como exemplo para criticar nosso trabalho! Em que mundo vivemos? Possivelmente, o Wagner dirige um táxi GOL G5 (ah, vá), com placa final 9987? Não é difícil achar ele e verificar se a prefeitura manteria a licença de um táxi que anda nessa velocidade e publica o vídeo no YouTube.

Enfim, eu não vou perder meu tempo ferrando com a vida desse infeliz, ele é muito burro, no YouTube dele tem filmagem do cachorro, da esposa, etc. O que eu quero mesmo é usar este exemplo para mostrar a ignorância das pessoas. Vejamos, verdades segundo o Wagner:

  • Outras cidades fora de Curitiba são lixo, nojentas e fedem (será que alguma vez ele viajou pra fora de Curitiba?)
  • Curitiba é a melhor cidade do Brasil (será que ele vive na Curitiba do Lerner?)
  • Eu não sou curitibano pois reclamei de Curitiba (conclusão científica)
  • Meus vídeos são mentirosos (isso mesmo,  câmera costuma mentir)
  • Menos de 20% dos motoristas em Curitiba são curitibanos (daonde ele tirou isso?)
  • Eu devo estudar porque sou derrotado (entretanto ele demonstra falta de estudo quando escreve “saeN”, “falar maU”, “CHingar”, entre erros de concordância que demonstram que ele não tem nem o segundo grau)
  • Dirigir a 160Km/h em um táxi mostra que ele é macho e bom de braço

Infelizmente, o perfil do Wagner define o típico perfil “curitibano da gema” que já vimos muitas vezes aqui no blog.

De fato, eu tenho tantas coisas para falar ao Wagner que nem vou perder tempo respondendo, pois tudo já foi dito. Esse taxista ignorante deveria ler os seguintes textos (embora, eu tenho certeza, ele não é dado à leitura):

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Amigos Taxistas – Aqueles que Deveriam Ser Profissionais

LIGUE O SOM! Vídeo do post: especial Amigos Taxistas – edição com 9 mini vídeos, tempo total 3m43s

Táxis curitibanos. Deveriam ser os profissionais do trânsito, mas, com frequência, fazem mais besteira que a média dos motoristas. É impressionante a quantidade de imbecis dirigindo táxis em Curitiba. Assista o vídeo e perceba esta constatação que já é de conhecimento geral de boa parte dos amigos do SinalVermelhoCuritiba.com.

Gostou? Assista também ao Amigos Taxistas 2.

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